No Make você desenha cenários visuais que ligam um app ao outro. Um agente chega com a rotina pronta, lida com as exceções e tem alguém responsável por manter.
Lado a lado
| Critério | Make | Agente na operação |
|---|---|---|
| O que é | Plataforma visual para montar cenários de automação entre apps, com recursos de IA. | Agente desenhado para o seu processo, entregue rodando. |
| Quem faz o trabalho | Alguém do time desenha o cenário, testa e corrige. | O agente faz do começo ao fim. O time só entra no que pede gente. |
| Seus sistemas | Muitos apps prontos e acesso a APIs, configurados por quem monta. | Ligado ao ERP, CRM, WhatsApp, e-mail e planilhas da empresa. |
| Controle | Regras definidas no cenário. O que foge delas pede tratamento manual. | Você aprova o que importa. Tudo fica registrado. |
| Quem monta e mantém | Quem montou o cenário. | A gente acompanha e ajusta todo mês, com documentação. |
| Resultado | Bom para fluxos visuais e bem definidos. | Horas devolvidas e reais economizados, medidos todo mês. |
Informações públicas de cada ferramenta, consultadas em outubro de 2026 · nomes e marcas pertencem aos seus donos
Quando o Make basta
Quando um agente faz mais sentido
Dá para usar os dois: os cenários que funcionam seguem no Make, e o agente pode acionar esses cenários ou ser acionado por eles.
Perguntas
Quando faz sentido, sim. A ferramenta é escolhida pelo processo, e o que fica com você é o agente funcionando e documentado.
Não. A gente parte do que já funciona e só refaz o que não estiver funcionando.
Não. A gente cuida da parte técnica e treina quem vai usar. Do seu lado, basta alguém que conheça o processo.